Licitação de R$ 224,6 milhões em Campinas é suspensa

A Rede Municipal Dr. Mário Gatti suspendeu a licitação de R$ 224,6 milhões para contratar equipes de quatro UPAs e do Samu 192 de Campinas. A decisão foi publicada em 3 de novembro de 2026.

Segundo a Rede Mário Gatti, a pausa ocorreu para analisar impugnações e pedidos de esclarecimento apresentados por empresas interessadas no pregão. A Prefeitura informou que departamentos Jurídico e Administrativo discutem ajustes no edital.

O contrato envolve profissionais de saúde e assistência social para unidades de pronto atendimento e o serviço de emergência de Campinas. A contratação busca complementar equipes e manter os atendimentos de urgência e emergência.

licitação de R$ 224,6 milhões em Campinas

A Rede Mário Gatti afirmou que a suspensão não prejudica o atendimento à população e informou que pretende publicar um novo edital nos próximos dias. A licitação prevê um contrato inicial de 36 meses, mas não há nova data para a realização do pregão.

Por que a licitação da Rede Mário Gatti foi suspensa

A licitação de R$ 224,6 milhões em Campinas foi suspensa após questionamentos apresentados pelas empresas SANSIM, H2 Medicina e RC Gestão, segundo a Rede Municipal Dr. Mário Gatti. As manifestações serão analisadas pela instituição antes da continuidade do pregão.

De acordo com a Rede Mário Gatti, o principal questionamento trata da previsão de contratar uma única empresa para atender às quatro UPAs e ao Samu 192. O modelo reúne os serviços em um contrato, em vez de dividi-los entre diferentes prestadoras.



A Rede afirmou que a contratação unificada busca facilitar o remanejamento de profissionais entre os serviços quando necessário. O órgão informou que os questionamentos das empresas foram considerados durante a revisão do edital.

Unidades contempladas, postos de trabalho e cronograma previsto

O edital contempla as UPAs Anchieta, Campo Grande, São José e Carlos Lourenço, além do Samu 192. A distribuição prevê 58 postos na Anchieta, 51 na Campo Grande, 49 na São José, 29 na Carlos Lourenço e 15 no Samu. Nas três primeiras unidades, a contratação busca manter a cobertura médica atual; na Carlos Lourenço, pretende complementar as equipes diante da redução do quadro próprio de médicos nos últimos anos.

Do total de 202 postos, 107 são para técnicos de enfermagem, 59 para médicos, 32 para enfermeiros e quatro para assistentes sociais. Conforme o edital, posto de trabalho não significa necessariamente uma pessoa contratada: cada posto corresponde à cobertura de determinados turnos, e o número de trabalhadores depende das jornadas e escalas.

O cronograma prevê a disponibilização gradual dos profissionais a partir de 10 de janeiro de 2027. A etapa inicial abrange as UPAs Campo Grande e Carlos Lourenço e as equipes de enfermagem do Samu.

As fases seguintes estão previstas para datas diferentes: médicos do Samu em 2 de março de 2027, UPA Anchieta em 24 de abril de 2027 e UPA São José em 16 de agosto de 2027. O calendário organiza a entrada dos profissionais por unidade e serviço.



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